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Lan house - Idéias de Negócios PDF Imprimir E-mail

Lan house

 

Apresentação do Negócio

O termo lan house é comumente usado para nomear um

estabelecimento comercial onde as pessoas pagam para utilizar um

computador com acesso à internet e a uma rede local. Lan é a

abreviação para “Local Area Network”, ou rede local de

computadores, caracterizada por disponibilizar diversos computadores

conectados em rede de modo a permitir a interação dos usuários. O

modelo de negócio surgiu na Coréia do Sul e chegou ao Brasil em

1998, impulsionado pelo crescimento dos jogos eletrônicos em rede.

Com a popularização da internet, as lan houses deixaram de ser apenas

casas de jogos e passaram a prestar serviços variados para a

população: impressão de documentos, xerox, fax, acesso a segunda via

de contas, consulta a antecedentes criminais, cadastro de currículos em

agências de emprego, registro de boletim de ocorrência, elaboração da

declaração de imposto de renda, consulta de multa de trânsito,

acompanhamento de processos jurídicos e consulta ao SPC e ao

Serasa. Ao mesmo tempo, os jovens continuam consumindo horas de

acesso com os sites de relacionamento e as redes sociais, como o

Orkut, Facebook, Twitter, Skype, MSN e Youtube.

A lan house sempre foi um instrumento para a disseminação da banda

larga no país, pois o alcance de conexão rápida no Brasil ainda é baixo

- atende apenas 21% do total de residências. Metade dos 65 milhões de

usuários brasileiros de internet utiliza os serviços prestados pelas lan

houses.

Alguns fatores contribuem para o sucesso desse negócio. A

competição tecnológica, a abertura do mercado de informática e as

isenções tributárias para o setor reduziram o preço de computadores e

acessórios. Segundo a Presidência da República, o Plano Nacional de

Banda Larga, anunciado recentemente pelo Governo Federal, pretende

disponibilizar cerca de um bilhão de reais para financiar pequenas lan

houses e R$ 6,5 bilhões para financiar a compra de equipamentos.

O faturamento da lan house também pode ser incrementado com a

venda de café e bebidas geladas. Tais produtos chegam a aumentar a

receita em cerca de 20%. Além disso, o empreendedor pode prestar

outros serviços remunerados como a venda de cartão telefônico e

recarga de celular, assessoria em informática, manutenção de

computadores, venda de acessórios em informática, venda de materiais

escolares, prestação de serviço de digitação de trabalhos acadêmicos,

encadernação, plastificação, impressão de fotos, serviço de cópias,

gravação de CD e DVD, comercialização de impressos e locação de

jogos eletrônicos.

Porém, o empreendedor precisa vencer alguns desafios. Com o

crescimento da banda larga no país, o público-alvo das lan houses vem

migrando para as classes sociais C, D e E e para as regiões Norte e

Nordeste do país. E, segundo o Centro de Estudos sobre as

Tecnologias da Informação e da Comunicação, 86% das lan houses

brasileiras são improvisadas, também chamadas de lan houses de

garagem. Instituições como o Sebrae desenvolvem projetos que

apóiam a formalização destas empresas.

O futuro do negócio aponta para a criação de centros tecnológicos de

serviços, onde a lan house será especializada na prestação de serviços

educacionais, de apoio comercial, de serviços públicos ou de inclusão

digital. Para melhor lidar com estas escolhas, o empreendedor deve

elaborar um plano de negócios. Consulte o SEBRAE mais próximo

para auxiliar na construção do plano.

Mercado

Segundo a ABCID – Associação Brasileira de Centros de Inclusão

Digital e o Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da

Comunicação, existem cerca de 90 mil lan houses em funcionamento

no Brasil, sendo que 86% delas são clandestinas e informais. Elas

atendem 32 milhões de brasileiros. Os principais usuários pertencem

às classes C (52%), e D e E (74%). A maior penetração está na região

Nordeste, com 63%, seguida das regiões Norte (59%), Centro-Oeste

(47%), Sudeste (38%) e Sul (34%).

Pelos dados do PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de

Domicílios) do IBGE, 37,2% das pessoas que não navegam na internet

não o fazem devido à falta de acesso a computadores. Já a população

que acessa a internet, 10% utiliza um centro público de acesso gratuito

e 21,9% utilizam um centro público de acesso pago.

Por isso, as lan houses também cumprem um importante papel social.

Segundo estudo do Banco Mundial, a cada vez que a penetração da

banda larga num país emergente cresce 10%, o PIB local sobe 1,4%.

Pesquisas de 2007 apontam que 90% dos usuários urbanos utilizam a

internet para comunicação, 83% utilizam para a busca de informações

e 72% utilizam para a educação e treinamento. Já na área rural, 87%

utilizam para comunicação, 77% utilizam para a busca de informações

e 67% utilizam para a educação. Devido ao risco intrínseco ao

negócio, recomenda-se a realização de ações de pesquisa de mercado

para avaliar a demanda e a concorrência. Seguem algumas sugestões:

• Pesquisa em fontes como prefeitura, guias, IBGE e associações de

bairro para quantificação do mercado alvo;

• Pesquisa a guias especializados e revistas de tecnologia e assistência

técnica. Trata-se de um instrumento fundamental para fazer uma

análise da concorrência, selecionando concorrentes por bairro, faixa de

preço e especialidade;

• Visita aos concorrentes diretos, identificando os pontos fortes e

fracos dos estabelecimentos que trabalham no mesmo nicho;

• Participação em seminários especializados.

Localização

A localização do ponto comercial é uma das decisões mais relevantes

para uma lan house. A escolha vai depender do modelo de negócio

adotado. Se o empreendedor quiser investir em uma lan house voltada

para o segmento de jogos eletrônicos, recomenda-se a instalação

próxima a escolas (quando permitido), faculdades, shopping centers e

pontos de circulação de jovens. O público deste tipo de lan house é

predominantemente masculino, com idade entre 12 e 35 anos. Bairros

com grande quantidade de hotéis também são interessantes porque

concentram turistas que desejam utilizar o Skype e outras ferramentas

de comunicação.

Mas se a lan house busca atender as classes C, D e E em serviços de

conveniência, deve-se buscar locais próximos a terminais de ônibus,

estações de metrô, calçadões, shopping populares e feiras. O

empreendedor pode consultar as dicas da “Bússola Sebrae”, no

website http://www.sebrae.com.br.

Alguns detalhes devem ser observados na escolha do imóvel:

• O imóvel atende às necessidades operacionais referentes à

localização, capacidade de instalação do negócio, possibilidade de

expansão, características da vizinhança e disponibilidade dos serviços

de água, luz, esgoto, telefone e internet?

• O local está sujeito a inundações ou próximo a zonas de risco?

• O imóvel está legalizado e regularizado junto aos órgãos públicos

municipais?

• A planta do imóvel está aprovada pela Prefeitura?

• Houve alguma obra posterior, aumentando, modificando ou

diminuindo a área primitiva?

• As atividades a serem desenvolvidas no local respeitam a Lei de

Zoneamento ou o Plano Diretor do Município?

• Os pagamentos do IPTU referente ao imóvel encontram-se em dia?

• O que a legislação local determina sobre o licenciamento das placas

de sinalização?

Exigências legais específicas

Para registrar uma empresa, a primeira providência é contratar um

contador – profissional legalmente habilitado para elaborar os atos

constitutivos da empresa, auxiliá-lo na escolha da forma jurídica mais

adequada para o seu projeto e preencher os formulários exigidos pelos

órgãos públicos de inscrição de pessoas jurídicas. Atualmente é

possível registrar lan house como Empreendedor Individual na

atividade (CNAE) Sala de Acesso a Internet. Isso está abaixo e já

deveria vir logo no primeiro parágrafo.

O contador pode informar sobre a legislação tributária pertinente ao

negócio. Mas, no momento da escolha do prestador de serviço,

deve-se dar preferência a profissionais indicados por empresários com

negócios semelhantes.

Para legalizar a empresa, é necessário procurar os órgãos responsáveis

para as devidas inscrições. As etapas do registro são:

• Registro de empresa nos seguintes órgãos:

o Junta Comercial;

o Secretaria da Receita Federal (CNPJ);

o Secretaria Estadual da Fazenda;

o Prefeitura do Município para obter o alvará de funcionamento;

o Enquadramento na Entidade Sindical Patronal (a empresa ficará

obrigada ao recolhimento anual da Contribuição Sindical Patronal);

o Cadastramento junto à Caixa Econômica Federal no sistema

 “Conectividade Social – INSS/FGTS”.

o Corpo de Bombeiros Militar.

• Visita a prefeitura da cidade onde pretende montar a sua loja (quando

for o caso) para fazer a consulta de local;

• Preparar e enviar o requerimento ao Chefe do DFA/SIV do seu

Estado, solicitando a vistoria das instalações e equipamentos.

O proprietário de lan house figura nas atividades permitidas para o

Empreendedor Individual como -, ou como "Proprietário de Sala de

Acesso à Internet" (CNAE 8299/7-07) - Salas de Acesso à Internet. A

base legal é a o anexo único da Resolução CGSN nº 58/2009. No site

da receita o anexo está riscado o que vale é a relação que está no

www.portaldoempreendedor.gov.br

As principais exigências legais aplicáveis a este segmento são:

• Lei de Programa de Computador nº 9.609/98: promulgada em

19/02/98, substituiu a Lei 7646/87 e entrou em vigor na data de sua

publicação, dando liberdade de produção e comercialização de

softwares de fabricação nacional ou estrangeira;

• Lei de direitos autorais nº 9.610/98: substitui a Lei 5.988/73 e entrou

em vigor 120 dias após sua publicação. Foi promulgada em 19 de

fevereiro de 1998. Assegurou a integral proteção dos direitos dos seus

autores e estabeleceu penas rigorosas a quem viole esses direitos.

Desta forma, piratear programas de computador tornou-se crime,

passível de pena de seis meses a dois anos de prisão;

• Lei de Informática nº 10.176/01: altera a Lei nº 8.248, de 23 de

outubro de 1991, a Lei n° 8.387, de 30 de dezembro de 1991, e o

Decreto-Lei n° 288, de 28 de fevereiro de 1967, dispondo sobre a

capacitação e competitividade do setor de tecnologia da informação.

Para coibir práticas ilegais de pedofilia e fraude na internet, alguns

governos estaduais e prefeituras promulgaram leis e decretos que

disciplinam o setor. A maioria das lan house é obrigada a realizar um

cadastro dos usuários que freqüentam estabelecimento, expor em local

visível a lista de jogos disponíveis com a sua classificação etária e

permitir o acesso a portadores de deficiência física. Em algumas

cidades, as lan houses são proibidas de vender bebidas alcoólicas e

cigarros. Outros exemplos de legislações locais são:

• Lei 12.228/06 do estado de São Paulo: dispõe sobre os

estabelecimentos comerciais que colocam à disposição, mediante

locação, computadores e máquinas de acesso à internet e dá outras

providências.

• Lei 4.782/06 do estado do Rio de Janeiro: proíbe a instalação de lan

houses a uma distância menor do que um km de escolas públicas e

municipais.

• Portaria 03/07 do estado de Minas Gerais: limita o tempo de estadia

de crianças e adolescentes em lan houses e regulamenta horários por

faixa etária.

As empresas que fornecem serviços e produtos no mercado de

consumo devem observar as regras de proteção ao consumidor,

estabelecidas pelo Código de Defesa do Consumidor (CDC). O CDC,

publicado em 11 de setembro de 1990, regula a relação de consumo

em todo o território brasileiro, na busca de equilibrar a relação entre

consumidores e fornecedores.

Vale lembrar também que:

• Comete crime o empresário que importar, expor ou manter em

estoque programas estrangeiros que não tenham sido registrados na

SEPIN - Secretaria de Política de Informática e Automação, órgão

ligado ao Ministério da Ciência e Tecnologia. A lei prevê pena de

detenção de até quatro anos, além de multa;

• Os produtos e equipamentos importados adquiridos pelo

empreendedor devem entrar no país com toda a documentação legal

em ordem. Caso contrário, o empreendedor pode ser enquadrado como

cúmplice em crime de contrabando;

• O Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), autarquia

federal vinculada ao Ministério da Indústria, Comércio e Turismo, é o

órgão responsável pelos registros dos programas de computador. Para

que possa garantir a exclusividade na produção, uso e comercialização

de um programa de computador, o interessado deve comprovar a

autoria do mesmo através do registro no INPI.

Em relação aos principais impostos e contribuições que devem ser

recolhidos pela empresa, vale uma consulta ao contador sobre da Lei

Geral da Micro e Pequena Empresa (disponível em

http://www.leigeral.com.br), em vigor a partir de 01 de julho de 2007.

Estrutura

A estrutura básica deve contar com um imóvel de cerca de 50m², com

flexibilidade para ampliação conforme o desenvolvimento do negócio.

O ambiente deve comportar um balcão de atendimento, um banheiro e

um salão com baias e divisórias para 15 máquinas. Caso o

empreendedor opte por uma quantidade menor de computadores, o

cálculo médio pode ser de 1,5 m² por máquina.

A rede local de dados deve ser feita de forma a facilitar sua

manutenção. O empreendedor deve planejar a refrigeração do

ambiente para minimizar o desgaste dos equipamentos e adequar-se às

normas de segurança pré-estabelecidas pelo Corpo de Bombeiros.

A lan house pode vender alguns produtos de hardware, software e

periféricos. Para isso, o empreendedor deve planejar um espaço para o

mostruário de produtos, com gôndolas e prateleiras organizadas, em

ambiente arejado, limpo, claro.

O local de trabalho deve ser limpo e organizado. O piso, a parede e o

teto devem estar conservados e sem rachaduras, goteiras, infiltrações,

mofos e descascamentos. O piso deve ser de alta resistência e

durabilidade e de fácil manutenção. Cerâmicas e ladrilhos coloridos

proporcionam um toque especial, enquanto granito e porcelanato

oferecem luxo e sofisticação ao ambiente. Paredes pintadas com tinta

acrílica facilitam a limpeza. Texturas e tintas especiais na fachada

externa personalizam e valorizam o ponto.

Sempre que possível, deve-se aproveitar a luz natural. No final do

mês, a economia da conta de luz compensa o investimento. Quanto às

artificiais, a preferência é pelas lâmpadas fluorescentes.

Ao fazer o layout da lan house, o empreendedor deve levar em

consideração a ambientação, decoração, circulação, ventilação e

iluminação. Na área externa, deve-se atentar para a fachada, letreiros,

entradas, saídas e estacionamento. Profissionais qualificados

(arquitetos, engenheiros,) poderão ajudar a definir a necessidade de

alterações a serem feitas no imóvel, orientando em questões sobre

ergometria, fluxo de operação, , iluminação, ventilação, etc.

Pessoal

O número de funcionários varia de acordo com o tamanho do

empreendimento. As principais funções desempenhadas em uma lan

house são:

• Gerente: responsável pelas atividades administrativas, financeiras, de

controle de estoque e da comercialização. Deve ter conhecimento da

gestão do negócio, do processo produtivo e do mercado. Precisa

manter contato com fabricantes de hardware e software. Pode ser o

proprietário;

• Atendente: responsável pelo atendimento presencial e telefônico aos

clientes. Precisa ser educado e prestativo, pois representa a imagem da

empresa perante o público externo. Deve conhecer bem o ofício de

manutenção de hardware, software e rede. Também precisa ter

paciência e estar apto a ajudar os clientes nas tarefas mais simples

como navegar na internet, utilizar o Skype, baixar fotos, imprimir

documentos, etc.

Normalmente, uma lan house funciona 16 horas por dia, de 8h00 às

24h00. Sábados e domingos são dias de grande movimento.

Dependendo do volume de clientes e da época do ano, pode ser

necessária a ampliação do horário de funcionamento (algumas lan

houses funcionam 24 horas, com descontos no período da madrugada),

exigindo a contratação temporária de mais atendentes. Esta expansão

do negócio precisa ser planejada conforme o aumento da demanda.

O atendimento é um item que merece uma atenção especial do

empresário, visto que nesse segmento de negócio há uma tendência ao

relacionamento de longo prazo com clientes e empresas, além de

ajudar na indicação de novos clientes.

A qualificação de profissionais aumenta o comprometimento com a

empresa, eleva o nível de retenção de funcionários, melhora a

performance do negócio e diminui os custos trabalhistas com a

rotatividade de pessoal. O treinamento dos colaboradores deve

desenvolver as seguintes competências:

• Capacidade de percepção para entender e atender as expectativas dos

clientes;

• Agilidade e presteza no atendimento;

• Capacidade de apresentar e vender os serviços da loja;

• Motivação para crescer juntamente com o negócio.

Deve-se estar atento para a Convenção Coletiva do Sindicato dos

Trabalhadores nessa área, utilizando-a como balizadora dos salários e

orientadora das relações trabalhistas, evitando, assim, conseqüências

desagradáveis.

O empreendedor pode participar de seminários, congressos e cursos

direcionados ao seu ramo de negócio, para manter-se atualizado e

sintonizado com as tendências do setor. O Sebrae da localidade poderá

ser consultado para aprofundar as orientações sobre o perfil do pessoal

e treinamentos adequados.

Equipamentos

O projeto básico de uma lan house pode contar com os seguintes

equipamentos:

• Ar condicionado.

• Computadores com a seguinte configuração: Intel Core 2 Duo 2.66

GHz, FSB 1066 MHz, cachê L2 de 3 MB, memória RAM de 4GB,

HD de 500GB, DVRW 16x, 2 slots de memória, leitor de cartões,

processamento de vídeo integrado com alocação dinâmica de até 224

MB, áudio integrado, rede 10/100 Mbps, modem 56kbps, teclado

português Brasil ABNT2 107 teclas, mouse ótico com scroll, caixas de

som 2.0 estéreo, fone de ouvido, webcam, com monitor widescreen de

15,6´´ e estabilizador.

• Impressora a laser colorida e scanner.

• Softwares, antivirus e sistemas operacionais.

• Jogos eletrônicos.

• Suprimentos de rede.

• Cadeiras giratórias.

• Baias.

• Balcão de atendimento.

Matéria Prima / Mercadoria

Os serviços mais utilizados em uma lan house são:

• Impressão de documentos.

• Xerox e fax.

• Acesso a segunda via de contas.

• Consulta a antecedentes criminais.

• Cadastro de currículos em agências de emprego.

• Registro de boletim de ocorrência.

• Elaboração da declaração de imposto de renda.

• Consulta de multa de trânsito.

• Acompanhamento de processos jurídicos e consulta ao SPC e ao

Serasa.

• Acesso com os sites de relacionamento e as redes sociais, como o

Orkut, Facebook, Twitter, Skype, MSN e Youtube.

Para a prestação dos serviços citados, a lan house consome peças e

componentes de informática que garantem a manutenção adequada

dos microcomputadores. O empreendedor deve conhecer fornecedores

confiáveis que vendam produtos legalizados e de qualidade. Deve-se

exigir a nota fiscal dos componentes adquiridos para evitar problemas

tributários. As principais peças que são utilizadas na manutenção e

upgrade (atualização) dos equipamentos são:

• Placa-mãe: também conhecida por CPU (Unidade Central de

Processamento), trata-se de um conjunto de circuitos impressos

reunidos em uma grande placa cuja principal tarefa é fazer com que

todos os componentes do computador se comuniquem. Fornece uma

espécie de sistema viário e energia para o tráfego de dados;

• Processador: circuito integrado de controle das funções de cálculos e

tomada de decisões de um computador. Hoje, todos os circuitos e

chips dispostos em diversas placas que compõem a CPU estão

integrados ao processador;

• Memória RAM (Random Access Memory): dispositivo que permite

um computador armazenar dados temporariamente;

• Disco rígido: também conhecido como HD (Hard Disk) ou

winchester, trata-se do componente onde são armazenadas as

informações de forma permanente. Caracterizado como memória

física, não-volátil, trata-se de um sistema lacrado contendo discos de

metal recobertos por material magnético, onde os dados são

armazenados através de cabeças e revestidos externamente por uma

proteção metálica presa ao gabinete do computador por parafusos.

Nele são gravados os dados que executam os programas (software).

• Placa de vídeo (ou placa gráfica): componente responsável pela

geração das imagens que são exibidas no monitor. Normalmente,

possui processador e memória próprios. É uma das placas de expansão

que mais evoluem atualmente, tanto em poder de processamento

quanto em capacidade de memória;

• Placa de rede: é utilizada para ligar o computador a uma rede de

computadores. As mais populares são as de padrão Ethernet, que

trabalham com velocidades de 10 Mbps, 100 Mbps e 1 Gbps;

• Modem: placa utilizada para conectar o computador a uma rede

utilizando uma linha telefônica tradicional para acesso à Internet;

• Placa de som: responsável pela geração de áudio. Costuma possuir

conectores de entrada (microfone) e de saída (alto-falante).

Organização do processo produtivo

O processo produtivo básico de uma lan house pode ser dividido em

três etapas:

1) Recepção e cadastro de clientes: abrange o preenchimento dos

dados do cliente em formulário eletrônico do sistema e a alocação de

um computador desocupado.

2) Monitoramento: significa o auxílio ao cliente, quando necessário,

na execução das tarefas desejadas, tais como imprimir documentos,

navegar na web, abrir arquivos, baixar fotos, gravar CDs, etc.

3) Encerramento da conta e pagamento: representa o cálculo do valor

devido do cliente, referente ao tempo de acesso e aos recursos

utilizados.

Além das etapas do processo produtivo, uma lan house envolve outras

atividades, referentes à gestão da empresa:

• Administração e Finanças: organização interna e limpeza do

estabelecimento, fixação da política de preços, manutenção de

contatos com o contador, locador, dentre outros, acompanhamento da

legislação pertinente para verificar conformidade e impostos

incidentes, controle de caixa, de contas a receber e cobranças, compra

de insumos, controle de contas a pagar de fornecedores e a prestação

de informações ao escritório contábil e admissão, rescisão,

treinamento e pagamento de funcionários.

• Compras: gerenciamento das compras, despesas gerais e pagamentos

da empresa, tomando todas as decisões pertinentes a contratações,

propaganda e negociação com fornecedores, controle de reposição de

estoques, supervisão e execução dos inventários periódicos dos

estoques de mercadorias.

• Recursos humanos: gerenciamento do processo de contratação e

acompanhamento dos funcionários incluindo: entrevistas de admissão,

negociação salarial e benefícios, encaminhamento para exames

médicos, rescisões, pagamentos, etc.

• Atendimento ao cliente: recebimento e direcionamento dos clientes

para as máquinas disponíveis, suporte nas solicitações e orientações

aos clientes, manutenção permanente, acompanhamento sobre os jogos

mais cobiçados pelos clientes e produtos da concorrência, tratamento

das reclamações e sugestões dos clientes, análise do giro dos produtos

comercializados, identificando as preferências dos clientes e fazendo

as sugestões para introdução de novos produtos.

• Marketing: planejamento e execução dos projetos de divulgação e da

estratégia de marketing da loja, incluindo a distribuição de panfletos,

malas diretas, confecção de adesivos, etc, realização de campeonatos

de jogos e pacotes diferenciados de preços, realização de pesquisas de

acompanhamento de preços e atuação da concorrência.

• Manutenção software e hardware: gerenciamento da manutenção,

atualização e reposição dos equipamentos de hardware identificando

novos produtos e fornecedores, manutenção do contato com

vendedores e equipe de suporte dos fornecedores de software,

incluindo a manutenção do software de gestão da Lan.

Automação

No mercado existem diversos pacotes de gerenciamento e automação

de lan houses. Estes softwares possibilitam o controle das máquinas de

acesso e o gerenciamento do negócio. Porém antes de se decidir pelo

sistema a ser utilizado o empreendedor deve verificar a sua

conformidade em relação à legislação fiscal municipal e estadual, a

facilidade de suporte e atualizações oferecida pelo fornecedor.

Recomenda-se que o aplicativo tenha as funcionalidades listadas

abaixo:

• Controle em relação ao tempo de utilização das máquinas;

• Controle dos dados sobre faturamento;

• Controle do estoque e venda de produtos;

• Controle e armazenamento de tempo para clientes;

• Controle na distribuição bônus;

• Cadastro de Milhagem e promoções;

• Bloqueio de programas indesejados (dentre eles sites e programas

proibidos);

• Organização de contas a pagar;

• Manutenção de clientes em débito;

• Controle remoto sobre as máquinas clientes;

• Lista de espera

• Controle do fluxo de caixa automático;

• Relatórios e gráficos gerenciais para análise real do faturamento da

loja.

• Controle contra a exposição de dados confidenciais;

• Mecanismos de bloqueio e desbloqueio de máquinas;

• Controle de conexões.

Dentre os softwares gratuitos mais conhecidos, destacam-se:

• VSCyber.net 2.6 Free;

• Controle de tempo para lan house 1.9.4;

• Patria – Sistema para gerenciamento e proteção de lan house, cyber

café e escolas 1.0;

• Timer Café – Lan House Manager 4.3.4;

• ScanCool Lan 2.25;

• XPG Gerenciador 2006;

• Aston Secure Desktop Trial;

• SIL 2.01;

• Application Access Server 2.0.48;

• CyberCafePro Server 6.0.170;

• Opticyber 8.2.5;

• Tech-Cybercafé 9.0;

• Habitus Internet Manager 2.0;

• Cyber Administrador 2006 06.0.0.5;

• NetWin LanHouse Manager;

• Administrador Timer Café - Lan House Manager 4.0.3;

• Lanma - Lan House Manager 3.22;

• Administrador VSCyber;

• CS Manager - Cyber Squ@re Manager 2.2;

• Odin 4.0.37.

Canais de distribuição

O serviço é prestado nas próprias instalações da lan house.

Investimentos

O investimento varia muito de acordo com o porte do

empreendimento. Uma lan house estabelecida numa área de 50m²,

com 15 computadores, exige um investimento inicial estimado em R$

55 mil, aproximadamente, a ser alocado majoritariamente nos

seguintes itens:

• Reforma do local: R$ 5.000,00.

• Abertura da empresa: R$ 1.000,00.

• Marketing inicial: R$ 3.000,00.

• Ar condicionado: R$ 1.000,00.

• 16 Computadores com a seguinte configuração: Intel Core 2 Duo

2.66 GHz, FSB 1066 MHz, cachê L2 de 3 MB, memória RAM de

4GB, HD de 500GB, DVRW 16x, 2 slots de memória, leitor de

cartões, processamento de vídeo integrado com alocação dinâmica de

até 224 MB, áudio integrado, rede 10/100 Mbps, modem 56kbps,

teclado português Brasil ABNT2 107 teclas, mouse ótico com scroll,

caixas de som 2.0 estéreo, fone de ouvido, webcam, com monitor

widescreen de 15,6´´ e estabilizador: R$ 20.000,00.

• Impressora a laser colorida e scanner: R$ 700,00.

• Softwares, antivirus e sistemas operacionais: R$ 5.000,00 (o

empreendedor deve priorizar a utilização de softwares abertos e

gratuitos).

• Jogos eletrônicos: R$ 8.000,00.

• Suprimentos de rede: R$ 3.300,00.

• 16 Cadeiras giratórias: R$ 4.000,00.

• 15 Baias: R$ 3.500,00.

• Balcão de atendimento: R$ 500,00.

O investimento inicial pode ser reduzido, caso o empreendedor opte

por uma lan house com menos computadores. Em média, o custo de

cada ponto de atendimento, com computador, baia e cadeira, gira em

torno de R$ 1.750,00. Para uma informação mais apurada sobre o

investimento inicial, sugere-se que o empreendedor utilize o modelo

de plano de negócio disponível no Sebrae.

Capital de giro

Capital de giro é o montante de recursos financeiros que a empresa

precisa manter para garantir a dinâmica do seu processo de negócio.

O capital de giro precisa de controle permanente, pois tem a função de

minimizar o impacto das mudanças no ambiente de negócios onde a

empresa atua.

O desafio da gestão do capital de giro deve-se, principalmente, à

ocorrência dos fatores a seguir:

• Variação dos diversos custos absorvidos pela empresa;

• Aumento de despesas financeiras, em decorrência das instabilidades

desse mercado;

• Baixo volume de vendas;

• Aumento dos índices de inadimplência;

• Altos níveis de estoques.

O empreendedor deve ter um controle orçamentário rígido de forma a

não consumir recursos sem previsão.

O empresário deve evitar a retirada de valores além do pró-labore

estipulado, pois no início todo o recurso que entrar na empresa nela

deverá permanecer, possibilitando o crescimento e a expansão do

negócio. Dessa forma, a empresa poderá alcançar mais rapidamente

sua auto-sustentação, reduzindo as necessidades de capital de giro e

agregando maior valor ao novo negócio.

Geralmente, a necessidade de capital de giro é baixa para a operação

de uma lan house, em torno de 10% do investimento inicial.

Custos

Custos são todos os gastos realizados na produção de um bem ou

serviço e que serão incorporados posteriormente ao preço dos produtos

ou serviços prestados, como: aluguel, água, luz, salários, honorários

profissionais, despesas de vendas, matéria-prima e insumos

consumidos no processo de produção.

O cuidado na administração e redução de todos os custos envolvidos

na compra, produção e venda de produtos ou serviços que compõem o

negócio, indica que o empreendedor poderá ter sucesso ou insucesso,

na medida em que encarar como ponto fundamental a redução de

desperdícios, a compra pelo melhor preço e o controle de todas as

despesas internas. Quanto menores os custos, maior a chance de

ganhar no resultado final do negócio.

Os custos mensais de uma lan house com faturamento médio de R$

6.000,00 devem ser estimados considerando os itens abaixo:

• Salários, comissões e encargos: R$ 1.600,00.

• Tributos, impostos, contribuições e taxas: R$ 900,00.

• Aluguel, taxa de condomínio, segurança: R$ 500,00.

• Água, luz, telefone e acesso a internet: R$ 400,00.

• Produtos para higiene e limpeza da empresa e funcionários: R$

100,00.

• Recursos para manutenções corretivas: R$ 200,00.

• Produtos para higiene e limpeza da empresa e funcionários: R$

100,00.

• Assessoria contábil: R$ 400,00.

• Propaganda e publicidade da empresa: R$ 200,00.

• Aquisição de matéria-prima e insumos: R$ 200,00.

• Despesas com vendas: R$ 200,00.

• Despesas com armazenamento e transporte: R$ 200,00.

Seguem algumas dicas para manter os custos controlados:

• Comprar pelo menor preço;

• Negociar prazos mais extensos para pagamento de fornecedores;

• Evitar gastos e despesas desnecessárias;

• Manter equipe de pessoal enxuta;

• Reduzir a inadimplência, através da utilização de cartões de crédito e

débito.

Diversificação / Agregação de valor

Agregar valor significa oferecer produtos e serviços complementares

ao produto principal, diferenciando-se da concorrência e atraindo o

público-alvo. Não basta possuir algo que os produtos concorrentes não

oferecem. É necessário que esse algo mais seja reconhecido pelo

cliente como uma vantagem competitiva e aumente o seu nível de

satisfação com o produto ou serviço prestado.

As pesquisas quantitativas e qualitativas podem ajudar na

identificação de benefícios de valor agregado. No caso de uma lan

house, há várias oportunidades de diferenciação, tais como:

• Comercialização de produtos de informática: hardware, software e

periféricos;

• Disponibilização de serviços de escritório virtual para comerciantes e

microempresários;

• Prestação de serviços de suporte técnico;

• Venda de café, bebidas geladas e lanches;

• Prestação de serviços digitais para a comunidade;

• Parceria com escolas técnicas e universidades de ensino à distância;

• Prestação de serviços de encadernação, plastificação, impressão de

fotos e xerox;

• Gravação de CD e DVD;

• Comercialização de impressos;

• Locação de jogos eletrônicos;

• Venda de cartão telefônico e recarga de celular;

• Prestação de serviços de digitação de trabalhos acadêmicos.

Divulgação

A divulgação é um componente fundamental para o sucesso de uma

lan house. As campanhas publicitárias devem ser adequadas ao

orçamento da empresa, à sua região de abrangência e às peculiaridades

do local. Abaixo, sugerem-se algumas ações mercadológicas

acessíveis e eficientes:

• Confeccionar folders e flyers para a distribuição em empresas e

residências;

• Organizar torneios e campeonatos de jogos eletrônicos;

• Oferecer pacotes de utilização para os clientes mais assíduos;

• Firmar parcerias com escolas de informática e lojas de informática;

• Promover o espaço para festas (lan parties) e treinamento

corporativo;

• Oferecer pacotes “corujão” para estimular o acesso à noite da lan

house.

O empreendedor deve sempre entregar o que foi prometido e, quando

puder, superar as expectativas do cliente. Ao final, a melhor

propaganda será feita pelos clientes satisfeitos e bem atendidos.

Informações Fiscais e Tributárias

O segmento de Lan House, assim entendido como Exploração de

jogos eletrônicos e recreativos, com locação de produtos de

informática no próprio local, poderá optar pelo SIMPLES Nacional -

Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e

Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno

Porte, instituído pela Lei Complementar nº 123/2006, caso a receita

bruta de sua atividade não ultrapassar R$ 240.000,00 (microempresa)

ou R$ 2.400.000,00 (empresa de pequeno porte) e respeitando os

demais requisitos previstos na Lei.

Nesse regime, o empreendedor poderá recolher os seguintes tributos e

contribuições, por meio de apenas um documento fiscal – o DAS

(Documento de Arrecadação do Simples Nacional):

• IRPJ (imposto de renda da pessoa jurídica);

• CSLL (contribuição social sobre o lucro);

• PIS (programa de integração social);

• COFINS (contribuição para o financiamento da seguridade social);

• ICMS (imposto sobre circulação de mercadorias e serviços);

• ISS QN ( imposto sobre serviços de qualquer natureza);

• INSS - Contribuição para a Seguridade Social relativa a parte

patronal.

Conforme a Lei Complementar nº 128/2008, as alíquotas do

SIMPLES Nacional, para esse ramo de atividade, vão de 4% até

11,61%, dependendo da receita bruta auferida pelo negócio. No caso

de início de atividade no próprio ano-calendário da opção pelo

SIMPLES Nacional, para efeito de determinação da alíquota no

primeiro mês de atividade, o empreendedor utilizará, como receita

bruta total acumulada, a receita do próprio mês de apuração

multiplicada por 12 (doze).

Se o Estado em que o empreendedor estiver exercendo a atividade

conceder benefícios de isenção e/ou substituição tributária para o

ICMS, a alíquota poderá ser reduzida conforme o caso. Na esfera

Federal poderá ocorrer redução quando se tratar de PIS e/ou COFINS.

Se a receita bruta anual não ultrapassar a R$ 36.000,00, o

empreendedor poderá se enquadrar como Microempreendedor

Individual – MEI, ou seja, sem sócio. Neste caso, os recolhimentos

dos tributos e contribuições serão efetuados em valores fixos mensais

conforme abaixo:

O empresário não precisa recolher os tributos do sistema unificado,

exceto: ISS valor fixo de R$ 5,00 (cinco reais) e ICMS valor fixo de

R$ 1,00 (um real), independente do faturamento, quando devido de

acordo com o ramo de negócio, para este caso:

I) Sem empregado

• R$ 51,15 mensais para o INSS relativa à contribuição previdenciária

do empreendedor;

• R$ 5,00 ® a título de ISS Imposto sobre serviço de qualquer

natureza. (só locação não tem ISS, locação com serviço de informática

acrescenta o ISS)

II) Com um empregado

O empreendedor recolherá mensalmente, além dos valores acima, os

seguintes percentuais:

• Retém do empregado 8% de INSS sobre a remuneração;

• Desembolsa 3% de INSS patronal sobre a remuneração do

empregado.

Havendo receita excedente ao limite permitido (R$ 36.000,00) não

superior a 20% (R$ 43.200,00) o MEI terá seu empreendimento

incluído no sistema SIMPLES NACIONAL

Conclusão: Para este segmento, tanto como LTDA quanto MEI, a

opção pelo Simples Nacional sempre será muito vantajosa sobre o

aspecto tributário, bem como nas facilidades de abertura do

estabelecimento e para cumprimento das obrigações acessórias.

Fundamento Legal: Leis Complementares 123/2006, 127/2007,

128/2008 e Resoluções do CGSN – Comitê Gestor do Simples

Nacional.

Eventos

A seguir, são indicados os principais eventos sobre o segmento:

Campus Party

São Paulo - SP

Website: http://www.campus-party.com.br

E-mail: Este endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email

Fenasoft

São Paulo – SP

Website: http://www.fenasoft.com.br

Entidades em Geral

A seguir, são indicadas as principais entidades de auxílio ao

empreendedor:

ABCID

Associação Brasileira de Centros de Inclusão Digital

Website: http://www.abcid.org.br

ABES

Associação Brasileira das Empresas de Software

Av. Ibirapuera 2907 8º andar, cj. 811. Moema

CEP: 04029-200

São Paulo - SP

Website: http://www.abes.org.br

E-mail: Este endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email

Fone: (11) 5044-7900

Fax: (11) 5044-8338

Telepirata: 0800-11-0039

ABNT

Associação Brasileira de Normas Técnicas

São Paulo – SP

Fone: (11) 3017-3600

Website: http://www.abnt.com.br

E-mail: Este endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email

ASSESPRO

Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia de Informação

Rua Buenos Aires, nº 68 – 14º andar, Centro.

CEP: 20070-022

Rio de Janeiro - RJ

Website: http://www.assespro.org.br

E-mail: Este endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email

Fone: (21) 2507-8506

CDI

Comitê para Democratização da Informática

Rua Alice 150, Laranjeiras

CEP: 22241-020

Rio de Janeiro – RJ

Fone: (21) 3235-9450

Fax: (21) 3235-9451

Website: http://www.cdi.org.br

E-mail: Este endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email

Ministério da Ciência e Tecnologia

Esplanada dos Ministérios, Bl. E.

CEP: 70067-900.

Brasília - DF

Fone: (61) 3317- 7500

Fax: (61) 3317-7765

Website: http://www.mct.gov.br

Receita Federal

Brasília - DF

Website: http://www.receita.fazenda.gov.br

Registro BR – Registro e Hospedagem de Endereço na Internet

Av. das Nações Unidas, 11541, 7º andar.

CEP: 04578-000

São Paulo – SP

Fone: (11) 5509-3500

Website: http://www.registro.br

SNDC

Sistema Nacional de Defesa do Consumidor

Website: http://www.mj.gov.br/dpdc/sndc.htm

Normas Técnicas

Não existem normas técnicas que regulamentem este segmento

empresarial.

Glossário

Seguem alguns termos técnicos extraídos do glossário disponível em:

http://www.informadicas.com.br.

Access: Gerenciador de Banco de Dados da Microsoft.

Acesso Remoto: Trata-se de conectar microcomputadores que estejam

fisicamente distantes da rede local, de forma que estes operem como

se estivessem localmente conectados.

Acrobat: Software da Adobe Systems. Executa intercâmbio entre

plataformas diferentes, ou seja, permite a troca de documentos entre

Unix, Windows ou computadores Macintosh através do formato .pdf.

ActiveX: Desenvolvida pela Microsoft, esta tecnologia permite

controlar objetos animados nos arquivos de trabalho em aplicativos

como PowerPoint, Internet Explorer, Word, Access, Excel entre

outros.

Adaptive Tecnology: Tecnologia Intel, que permite a atualização do

micro código do chip controlador de uma placa ou equipamento,

otimizando o desempenho do sistema para vários sistemas

operacionais diferentes.

ADSL - Asymmetric Digital Subscriber Line: Tecnologia que permite

transmissões de dados em alta velocidade em cabos comuns de

telefone. ADSL foi criada para se beneficiar da troca de dados

assimétrica entre o usuário e a Internet. Funciona sobre cabos de

par-trançado. Pode-se usar o telefone enquanto trafega dados, sem

perda de banda.

AFT - Adapter Fault Tolerance: Tecnologia que cria dois links de

comunicação de dados entre dispositivos. Caso existam problemas no

link principal, os dados são desviados para o link secundário de

backup, evitando a paralisação da comunicação.

AGP - Porta Gráfica Aceleradora: Barramento que aumenta

sensivelmente o desempenho do vídeo em ambientes gráficos e

aplicativos com recursos 3D com texturização (Cad e Jogos).

ANSI - American National Standards Institute: Principal órgão

responsável pelo desenvolvimento de padrões nos Estados Unidos.

ANSI é uma instituição não-governamental sem fins lucrativos,

patrocinada por organizações de comércio, sociedades profissionais e

pela indústria.

Anonymous: Anônimo, sem nome. Muito usado para conexão em

servidores FTP.

API - Application Program Interface: Conjunto de rotinas e chamadas

de software que podem ser referenciadas por um programa aplicativo

para acessar serviços do sistema operacional.

Apple: Empresa criada pela dupla Steve Jobs e Steve Wosniac. A

Apple foi a maior responsável pelo desenvolvimento da

microinformática.

Apple Talk: Padrão para comunicação de rede para computadores

proprietário da Apple Computer. Para uso na conexão de

computadores Macintosh.

ASCII - American Standard Code for Information Interchange:

Código de dados binário que consiste de 7 bits de dados mais 1 bit de

paridade ou símbolos especiais. Estabelecido pela ANSI para

padronização do serviço de dados.

ASP - Active Server Pages: ASP é um ambiente para programação de

páginas dinâmicas e interativas que permite recursos como HTML,

linguagem de scripts (VBScript ou JavaScript) e acesso à base de

dados.

ATAPI - Attachment Package Interface: Extensão do formato IDE

para drives de CD-ROM e outros dispositivos que não sejam disco

rígido IDE.

Attachment: Arquivo atachado. Arquivo associado a uma mensagem.

ATM - Assynchronous Transfer Mode: Modo de Transferência

Assíncrono (ATM) é uma técnica de comunicação de pacotes rápidos,

suporta taxas de transferência de até 10 Gbps. ATM atinge altas

velocidades em parte pela transmissão de dados em células de

tamanho fixo, dispensando protocolos de correção de erros. Em vez

disso, ele depende da integridade das linhas digitais para assegurar a

integridade dos dados, o que a torna uma tecnologia cara.

Backbone: Parte da rede que concentra o tráfego mais pesado de

dados. Usado normalmente para conectar LANs ou WANs entre si.

Backplane: Barramento interno de um Hub ou Switch por onde

trafegam dados da rede.

Bandwidth - Largura de banda: Quantidade máxima de dados que

podem trafegar pelo barramento ou cabo.

Baud: Unidade que mede a velocidade de sinalização. A velocidade

em bauds é o número de mudanças na linha de transmissão ou eventos

por segundo. O mesmo que baud rate.

Bit: Menor unidade de informação em um sistema binário.

BIOS - Basic Input Output System: Em sistemas PC executa as

funções necessárias para inicialização do hardware do sistema quando

o equipamento é ligado.

Boot: Processo de iniciar a execução do sistema operacional após as

tarefas executadas pelo BIOS.

BPS - Bits por Segundo: Unidade de medida, que mede a velocidade

da transmissão de dados na rede.

Bridge: Dispositivo que conecta duas redes de estruturas diferentes.

Utiliza a camada de enlace da OSI para fazer a conexão.

Broadcast: Sistema de envio de mensagem, onde a mensagem é

enviada para todos os computadores conectados a uma rede.

Browser: Software utilizado para navegar pela Internet. Pode ser ele

Microsoft Internet Explorer, Netscape Navigator, Opera, NeoPlanet,

entre outros.

Buffer: Dispositivo de armazenagem temporária de dados usado para

compensar as diferenças no fluxo de dados entre os dois dispositivos.

Pode ser tanto um hardware como um software instalado no

computador.

Byte: Unidade de informação. Bytes são formados por 8 (oito) bits.

Também chamado de caracter.

Canais Lógicos: No X.25 há a possibilidade de conectar até 4096

canais lógicos em um único circuito físico. A forma de viabilizar este

tipo de implementação é usar uma técnica de intercalação de pacotes

no tempo, permitindo assim a um DTE receber e enviar dados para

vários outros DTEs simultaneamente, operando com um número

bastante inferior de circuitos físicos. Conhecida como uma técnica de

multiplexação da informação.

CCITT - Comité Consulatif de Télégraphique et Téléphonique:

Associação internacional que prepara padrões de comunicação aceitos

mundialmente (tais como V.21, V.22 e X.25). Cedeu lugar ao

ITU-TSS (International Telegraphic Union - Telecommunications

Standards Sector).

CGI - Common Gateway Interface: É uma interface definida de

maneira a possibilitar a execução de programas (gateways) sob um

servidor de informações. Neste contexto, os gateways são programas

ou scripts (também chamados cgi-bin) que recebem requisições de

informação, retornando um documento com os resultados

correspondentes. Esse documento pode existir previamente, ou pode

ser gerado pelo script especialmente para atender à requisição.

Chat: Em inglês, bate-papo.

Circuito Físico: Forma de conexão física entre um DTE e um DCE,

por exemplo interfaces RS-232C.

CMOS - Complementar Metal Oxid Semiconductor: Uma tecnologia

de semicondutores usada em muitos circuitos integrados.

Normalmente descreve o hardware que contém o BIOS e o relógio de

hardware.

Código Fonte - Source Code: Um conjunto de instruções que podem

ser entendidas por um ser humano e que fazem com que um programa

funcione. Conhecido também como fonte, sem ele é muito difícil

alterar ou conhecer um programa.

CPU - Central Process Unit: Unidade central de processamento.

Trata-se do cérebro do microcomputador, onde são processados todos

os dados que dão entrada no microcomputador.

Cracker: São especialistas em quebrar sistemas de segurança.

Destroem trabalho alheio, ou são profissionais que alertam para falhas

de segurança de redes.

Cyberpunk: É o invasor de computador que altera as páginas Web por

puro vandalismo.

Cylinder: Ao referenciar-se a discos rígidos, significa o número de

diferentes posições do disco que as cabeças de leitura e gravação

podem acessar ao mesmo tempo, considerando-se um movimento de

rotação dos diversos pratos.

DAT - Digital Audio Tape: Fita cassete, com mídia magnética de

4mm, normalmente usada para backup de grandes quantidades de

dados.

DDC - Display Data Channel: É um canal de comunicação através do

qual o monitor informa ao computador a respeito de suas

características.

DDC2B: Proporcionam um canal de comunicação unidirecional entre

o computador e o monitor. Sob esta situação o PC envia dados de

vídeo para o monitor, mas não pode enviar comandos para controlar o

monitor.

DDS - Digital Data Storage: Forma de armazenamento de dados,

normalmente utilizada para backups com uma grande quantidade de

dados.

Delphi: É uma linguagem de programação que surgiu da evolução do

Turbo Pascal para Windows, aderindo à programação visual e

orientação a objetos.

DHCP - Dynamic Host Configuration Protocol: Recurso utilizado por

servidor de rede que distribui endereços IPs dinamicamente para as

estações a ele conectado. Realizado pelo sistema operacional do

servidor.

DHTML: O HTML dinâmico é um aperfeiçoamento da Microsoft para

o HTML versão 4.0 que permite criar efeitos especiais, como texto

que se desprende da página, uma palavra de cada vez ou efeitos de

giro, da transição do estilo, de mensagem entre páginas.

Digital: É a forma de transmissão ou armazenagem em que os dados

são codificados como binário um (1) ou zero (0).

DIMM - Dual In-line Memory Module: Tecnologia de memória. Uma

DIMM é uma placa de circuito impresso com chips soldados nela. São

designadas para trabalhar com sistemas de 64-bit, portanto, apenas um

pente de memória é necessário.

Disco Rígido: Um disco rígido contém uma mídia magnética que gira

como um disco. Pequenas cabeças sobre a superfície de cada disco são

usadas para ler e gravar informações à medida que ele rotaciona.

DMA - Direct Memory Access: Canal de acesso direto à memória,

usado por vários dispositivos para acessar dados diretamente da

memória, sem utilizar o processador, aumentando o desempenho do

sistema.

DMI - Desktop Management Interface: Tecnologia que permite

gerenciamento dos componentes internos de um micro utilizando

software.

DMI 2.0: Atualização da primeira versão de gerenciamento DMI,

possui mais parâmetros de controle.

DNS - Domain Name Service: Serviço da Internet que mapeia

endereços IP (números) para nomes de servidores. Quando um usuário

deseja acessar um site, digitando o nome, um servidor de DNS local

converte esse nome para seu endereço IP correspondente e manda a

requisição para a Internet.

DOS - Disk Operation System: Sistema Operacional em Disco. Antigo

sistema operacional da Microsoft baseada em comandos em modo

texto, digitados para executar algum programa.

Download: Transferência de arquivos de uma rede, por exemplo, a

Internet para o computador local.

DRAM - Dynamic RAM: Tipo de memória que é instalada em quase

todos os computadores pessoais. Dynamic significa que a memória

necessita ser constantemente recarregada (milhares de vezes por

segundo) ou seu conteúdo será perdido.

Driver: Programa que controla os dispositivos existentes no

computador, como placa de som, placa de vídeo, CD-ROM, etc.

DTMF - Dual Tone Multiple Frequency: Sistema de sinalização

através de freqüências de áudio usado em telefones com teclado digital

geradores de tom.

EDO - Extended Data Output: Tipo de memória DRAM mais rápida

que a convencional DRAM, porque ela pode copiar um bloco inteiro

de memória para seu cache interno ao invés de ler um byte por vez.

EGP - Exterior Gateway Protocol: Protocolo de roteamento. Faz parte

do conjunto de protocolos TCP/IP. Roteadores que conectam a Lan

com a Wan, em geral através da Internet, são determinados roteadores

externos. Roteadores externos tornam-se vizinhos EGP, que trocam

informações sobre as redes que podem ser acessadas.

EIDE - Enhanced Integrated Device Eletronic: O qual é uma versão

atualizada do padrão de interface IDE. EIDE viabiliza discos rígidos

maiores e mais rápidos.

Endereço IP: Um número que identifica de modo único um host

conectado a uma rede TCP/IP. Também chamado Internet Protocol

Address ou IP address. Servidores e estações convencionais possuem

endereço IP.

Energy Star da EPA: Agência de Proteção Ambiental Americana, cujo

objetivo é determinar aos produtores de equipamentos de informática

padrões para projetos de circuitos que gastem menos energia quando

não estão em uso.

Ethernet: Tipo de rede em desuso. Taxa de transmissão de 10Mbps.

FAQ - Frequently Asked Questions: Perguntas feitas com frequência.

Tira-dúvidas de perguntas comuns.

Fast Ethernet: Tecnologia de rede emergente. Melhora o desempenho

e segurança das redes. Taxa de transmissão de 100Mbps.

Fax-modem: Equipamento acoplado ao computador para permitir

envio de fax e conexão a Internet.

FCC - Federal Communication Commission: Comissão do governo

dos Estados Unidos que regulamenta todas as telecomunicações,

inclusive as transmissões em linhas telefônicas.

FCPGA - Flip Chip Pin Grid Array: Encapsulamento usado em novos

processadores Pentium III e Celeron da Intel. Voltou-se a usar o

formato antigo de soquete do processador na placa-mãe.

Fdisk: É um utilitário usado para criar, remover ou modificar partições

em um disco rígido.

Firewall: Um sistema de segurança cujo principal objetivo é filtrar

acesso a uma rede.

Fonte Full Range: Fonte inteligente, capaz de detectar a tensão da rede

e se auto-configurar para 110V ou 220.

Formatar: O ato de gravar um sistema de arquivos em um disco rígido.

Fórum: Espaço para deixar uma mensagem sobre determinado

assunto. Muito usado na Internet para tirar dúvidas.

Frame Rate: O número de vezes que o aplicativo atualiza a informação

que está sendo mostrada na tela. Geralmente medida em quadros por

segundo (FPS). Não confundir com Refresh Rate.

Frame Relay: Protocolo que permite a transmissão de dados a uma alta

velocidade, e com uma baixa perda de pacotes. Usado em WANs, atua

na camada 2 do modelo OSI.

Freeware: Software gratuito. Permite ilimitado número de cópias. Não

é necessário o registro do software para usá-lo.

FTP - File Transfer Protocol: Protocolo para transferência de arquivos.

Permite copiar arquivos da rede para o computador do usuário e vice

versa.

Full-duplex: Transmissão onde o envio e a recepção de dados são

feitos ao mesmo tempo em ambos os sentidos.

Gateway: Dispositivo que interliga duas ou mais redes distintas. Ele

serve de portal entre elas.

GIF: Um dos formatos de arquivos de imagens mais utilizados na

Web. Cria arquivos de imagens de tamanho relativamente pequeno.

Gigabit Ethernet: Tecnologia de redes que transmite 1Gbps. É dez

vezes mais rápida que a Fast Ethernet.

Half-duplex: Transmissão onde o envio e a recepção de dados são

feitos em tempos diferentes, primeiro é necessário receber para depois

enviar e vice-versa.

Handshaking: Troca de sinais predeterminados entre dois dispositivos

que estão estabelecendo uma conexão, em geral como parte de um

protocolo de comunicação.

Hardware: Toda parte física do computador, como monitores,

teclados, impressoras, placas, processadores, discos rígidos, etc.

HDLC - High Level Data Link Control: Padrão de protocolo de

comunicação internacional definido pela ISO para o enlace de dados.

HDSL - High Bit Rate Digital Subscriber Line: Tecnologia de

transmissão de alto desempenho por par trançado, com comunicação

full-duplex simétrica, conhecida como E1 (Europa) ou T1 (EUA).

Head – Cabeça: Ao referenciar-se a discos rígidos, significa o

componente usado na leitura e gravação de dados naquela mídia.

Hiperlink: Imagens ou texto que dão acesso a outros documentos

hipertextos.

Home Page: Página da Web.

Host: Computador ligado a uma rede física. O tamanho de um host

varia desde um computador pessoal até um supercomputador.

Armazena arquivos e permite acesso de usuários.

Hot Swap - Troca a quente: Possibilidade de conectar ou desconectar

um dispositivo do computador, sem a necessidade de desligar o

aparelho, podendo ser utilizado imediatamente.

HTTP - Hyper Text Transfer Protocol: É o protocolo de transferência

de documentos HTML, utilizado também como protocolo de

distribuição de programas em geral.

HTML - Hyper Text Markup Language: Linguagem de Marcações de

Hipertexto. Linguagem utilizada para criar páginas Web.

Hub: Concentrador de cabos para uma rede em estrela. Usado para

centralizar o gerenciamento, é capaz de isolar pontos defeituosos da

rede e expandir a capacidade de conexões da mesma.

ICQ: I seek You, eu procuro você. É o programa mais popular da

Internet usado para comunicação instantânea. Com ele você sabe se

algum amigo(a) está conectado no mesmo momento que você.

IDE - Integrated Device Eletronic: Dispositivo Eletrônico Integrado,

que é o nome da interface padrão usada para conectar discos rígidos e

CD-ROM em um computador.

IEEE - Institute of Eletrical and Eletronics Engineers: Corpo que

define padrões e especificações de produtos eletrônicos.

Intel: Companhia responsável pela produção da maioria dos

microprocessadores em computadores pessoais PC-compatíveis.

Internet: Conjunto de redes interconectadas por gateways e por

produtos que a fazem funcionar como uma única rede virtual.

Internetwork: Diversas redes ou subredes conectadas entre si para

formar uma grande rede abrangente.

InterNIC - Network Information Center: Organização que tem o

objetivo de manter e distribuir informações sobre TCP/IP e Internet.

IP - Internet Protocol: Protocolo connectionless (sem estabelecimento

de circuito) da camada internet na arquitetura TCP/IP, responsável

pela conexão lógica entre as redes. São números como 200.255.11.1.

IPX/SPX: Protocolo proprietário para redes Netware, variantes do

protocolo XNS (Xerox Network Systems). A diferença principal entre

eles está no uso de diferentes formatos de encapsulamento Ethernet.

Outra diferença está no uso pelo IPX do SAP (Service Advertisement

Protocol), protocolo proprietário da Novell.

IRC: Sistema de conversa por computador (chat) em que várias

pessoas podem participar ao mesmo tempo.

ISDN - Integrated Services Digital Network: Rede digital que opera

com grandes volumes de informação em tempo real. Sua característica

mais marcante é a capacidade de transmitir simultaneamente dados,

voz, imagens e som, de forma rápida, confiável e com alto padrão de

qualidade. Perde-se banda ao usar ao mesmo tempo o telefone

enquanto trafega dados.

ISO - International Standards Organization: Organização que prove

regras e padrões para desenvolvimento de padrões de comunicação.

ISP - Internet Server Provider: Termo usado para designar um

provedor de acessos a Internet.

Janela: Quantidade de pacotes ou quadros que o DTE pode enviar ao

DCE sem esperar resposta ou confirmação de recebimento da

mensagem.

Java: Linguagem de programação desenvolvida e criada pela Sun

Microsystems baseada na orientação a objetos, famosa por seu uso na

Internet.

Javascript: Scripts para páginas Web. Derivado da linguagem Java, o

JavaScript não é compilado, mas sim inserido entre as tags de uma

página HTML.

JPEG: Comprime imagens (fotos e desenhos). Mas não é eficiente

com desenhos de letras, linhas e cartoons.

JVM - Java Virtual Machine: É um interpretador de instruções feito na

linguagem Java e pode ser aplicado em diferentes sistemas

operacionais.

LAN - Local Area Network: Conecta vários dispositivos de

comunicação (computadores, impressoras) permitindo a transmissão

de grandes volumes de dados em uma mesma área limitada

geograficamente.

LanDesk Manager: Uma série de softwares desenvolvidos pela Intel

para gerenciamento de redes. Possui versões para estações e

servidores, incluindo antivírus.

LAP - Link Access Procedure: Protocolo usado no nível de quadros de

forma Simétrica.

LAPB - Link Access Procedure Balanced: Protocolo usado em nível

de quadros para iniciar a ligação entre terminal e rede. É um subset do

HDLC.

Linux: Um robusto e funcional sistema operacional, de livre

distribuição, que foi desenvolvido por Linus Torvalds.

Login: Processo de acesso (identificação) no computador remoto.

Loopback: Teste diagnóstico em que o sinal transmitido é retornado ao

dispositivo transmissor, depois de passar através de partes do link ou

da rede. Um teste loopback permite a comparação de um sinal

retornado com o sinal transmitido.

MDI - Medium Depedent Interface: Predefinições da camada física da

interface para 10BASE-T.

MIB - Management Information Base: Banco de dados que armazena

as informações de dispositivos gerenciáveis por SNMP.

MII - Medium Independent Interface: Predefinições da camada física

da interface para 100BASE-T.

MMX™: Tecnologia desenvolvida pela Intel que consiste em 57

novas instruções e 4 novos tipos de dados que fazem certas aplicações

rodarem mais rápidas, pelo processador. O resultado são melhorias na

qualidade de som, vídeo e gráficos.

Modem: Modulador-Demodulador. Dispositivo usado para converter

dados digitais para sinais analógicos para transmissão serial em um

canal telefônico, ou para converter o sinal analógico transmitido a um

sinal digital para ser recebido por um dispositivo.

MTBF - Mean Time Between Failure: Tempo de uso estimado pelo

fabricante, que um determinado produto deve funcionar sem

apresentar problemas.

Multicasting - Consiste na utilização de um único endereço IP para

referir-se a um grupo de computadores dentro de uma rede.

MVS - Multiple Virtual Storage: Sistema operacional IBM que tem a

capacidade de suportar múltiplos usuários realizando múltiplas tarefas

simultaneamente.

Navegador Programa utilizado para navegar na Web. Permite utilizar

correio eletrônico, transferência de arquivos, abrir páginas Web.

NetBIOS - Network Basic Input/Output System: Interface de

programação que habilita aplicações de alto-nível acessarem recursos

de rede de baixo-nível.

Newbies: Usuários novatos, recém-chegados à rede.

Newsgroup: Grupos de discussão da Usenet.

Netmask: Conjunto de quatro números separados por pontos. Cada

número representa o decimal equivalente de um número binário de

oito bits, podendo variar de 0 a 255.

NIC - Networking Interface Card: É uma placa de rede.

NLSP - Netware Link Services Protocol: Protocolo de roteamento, do

tipo link state, concebido pela NOVELL para redes IPX. Promove a

troca de informações entre os roteadores, permitindo que cada

roteador crie um mapa lógico da rede que é usado para a tomada de

decisões sobre o roteamento.

OSI - Open System Interconnection: Modelo de comunicações de rede

desenvolvido pela ISO. Separa em sete níveis diferentes as formas de

comunicação entre dois dispositivos de uma rede.

OSPF - Open Shortes Path First: Protocolo de roteamento interno do

tipo link state, que faz parte do conjunto de protocolos TCP/IP.

Pacote: Uma unidade de mensagem numa rede, a qual é associada a

um cabeçalho, um endereço, dados e outras informações opcionais.

PCMCIA - Personal Computer Memory Card International

Association: Associação sem fins lucrativos com o objetivo de

estabelecer, comercializar e manter padrões para cartões de PC de

circuito integrado com as dimensões de um cartão de crédito que

podem ser utilizados para memória, modems, adaptadores de rede.

Pixel: Nome dado para elemento de imagem. É a menor área

retangular de uma imagem.

PLIP - Protocolo Internet de Linha Paralela: Permite a comunicação

TCP/IP através de uma porta paralela de computador através de um

cabo especialmente desenhado para a tarefa.

Plug-in: Pequeno programa acoplado a outro programa,

acrescentando-lhe mais funções.

Portal: Site que funciona como entrada à Internet, oferecendo serviços

de e-mail, notícias, bate-papo, etc.

POP: Protocolo usado para receber mensagens de correio eletrônico.

PPGA - Plastic Pin Grid Array: Encapsulamento usado no processador

Pentium MMX e no Celeron.

PPP - Point to Point Protocol: Protocolo usado em WANs, é o

protocolo mais rápido, porém o menos seguro, os dados são enviados

sem nenhuma verificação. Atua na camada 3 do modelo OSI.

Protocolo: Conjunto de regras, formatos e temporização, que são

utilizados para a troca de informações entre dois ou mais

computadores. Dois computadores devem utilizar o mesmo protocolo

para trocarem informações.

RAID - Redundant Arrays of Independent Disks: Tecnologia,

capacidade, confiabilidade, alto desempenho e economia no

armazenamento de dados on-line. O sistema RAID gerencia um

conjunto de discos, mas aparece ao usuário como um único disco

grande, a vantagem dos discos múltiplos é que, em caso de falha, os

dados são transferidos para um disco próximo e o sistema continua

trabalhando, sem perda de dados.

Refresh Rate: Termo utilizado para se falar sobre a taxa de atualização

de monitores, por exemplo.

Repetidores: Utilizados para amplificar o sinal de dados enviados de

uma estação, permitem que o dados trafeguem uma distância maior

pelo condutor.

RIP - Routing Information Protocol: Um roteador RIP transmite

periodicamente uma mensagem de atualização da tabela de

roteamento, que possui um dado para cada rede que ele pode alcançar,

representando a distância do roteador até a rede.

RIP II: Aprimoramento do RIP, que inclui uma máscara de sub-rede

em suas rotas.

RMon - Remote Monitor: Padrão para gerenciamento de dispositivos

de rede baseado no SNMP. Possui diversas classes para

gerenciamento.

Router: Dispositivo que conecta duas LANs através de uma WAN,

utiliza a terceira camada OSI. Tem a função de escolher as melhores

rotas dentro da WAN para melhorar a comunicação de dados.

SCSI - Small Computer Systems Interface: Sistema de Interfaces para

barramento de entrada e saída de dados de computadores.

SCSI-1: O padrão SCSI original foi aprovado em 1986. Suporta

dispositivos SCSI assíncronos e síncronos, suporta taxas de

transferência de até 5 Mbps e 7 dispositivos SCSI em um bus de 8

bits. O conector mais comum para SCSI-1 é o Centronics 50.

SCSI-2: Aprovado em 1992, o SCSI-2 introduz barramento Wide

SCSI de 16 e 32 bits opcionais. A taxa de transferência, normalmente

de 10 Mbps, pode ir até 20 Mbps, quando combinada com Fast e Wide

SCSI. O SCSI-2 usualmente utiliza os conectores MicroD de 50 pinos

com thumbclips.

SCSI-3: Encontrado em vários sistemas high-end, o SCSI-3

comumente utiliza os conectores MicroD de 68 pinos com parafusos

de orelha. O comprimento de bus mais comum para o SCSI-3 é 16bits,

com taxas de transferência de 20 Mbps, chegando a 40Mbps.

SDLC - Syncronous Data Link Control: Padrão de protocolo da IBM

que engloba o padrão Bissíncrono (BSC).

SDRAM - Synchronous Dynamic Random Access Memory: Memória

feita com simples capacitores onde são sincronizados com o clock do

sistema. Mais rápida que a convencional DRAM.

SECC - Single Edge Contact Cartridge: Encapsulamento usado nos

primeiros processadores Pentium II da Intel. Novo conceito de

processadores em linha (slot), mas não deu certo.

SECC2 - Single Edge Contact Cartridge 2: Encapsulamento usado nos

novos processadores Pentium II e Pentium III da Intel. Novo conceito

de processadores em linha (slot), mas não deu certo.

SEPP - Single Edge Processor Package: Encapsulamento usado nos

primeiros processadores Celeron da Intel.

Servidor: Um computador configurado para fornecer serviços a uma

rede.

Shareware: Software que pode ser experimentado antes da compra.

Alguns shareware funcionam por determinado período e depois

desabilitam algumas opções ou não podem mais ser usados até a

compra do mesmo.

Single Chip: Tecnologia que utiliza um único circuito integrado para

controlar as funções de uma placa. Facilita a manutenção do

equipamento e aumenta seu desempenho.

Slocket: Adaptador que permite que um Celeron que usa o Socket 370

seja usado em um soquete do tipo Slot-1.

Slot-1: Soquete usado para processadores Pentium II e Pentium III.

Slot-2: Soquete usado para processadores Pentium II Xeon e Pentium

III Xeon.

SMTP - Simple Mail Transfer Protocol: Permite enviar, receber e

armazenar mensagens eletrônicas para usuários de outros

computadores (correio), observando os endereços eletrônicos.

SNA - Systems Network Architecture: Arquitetura de redes da IBM

que define procedimentos e estruturas de comunicações entre

programas de aplicação ou entre um programa de aplicação e um

terminal. Similares às camadas OSI.

SNMP - Simple Network Management Protocol: Protocolo que

permite ao administrador verificar dados, localizar e corrigir

problemas em uma rede TCP/IP. Através de um cliente SNMP, o

administrador da rede consegue visualizar as estatísticas de tráfego na

rede e modificar suas configurações remotamente.

Socket 370: Soquete usado para os novos processadores Celeron de

370 pinos. Parecido com o soquete 7.

Sofware: conjunto de instruções ou informações utilizado pelo

hardware.

STP - Shielded Twisted Pair: Cabeamento baseado em um cabo de par

trançado blindado. Oferece proteção extra contra interferências

elétricas.

Subnet: É uma LAN dentro da Internet ou dentro de uma rede de

outras LANs.

TCP - Transmission Control Protocol: É um protocolo

connection-oriented (com estabelecimento de circuito) da camada

"transporte" na arquitetura TCP/IP. Ele garante a entrega de dados a

um usuário local ou remoto. Os dados são entregues sem erros, na

ordem correta e sem duplicação.

Token Ring: Utiliza topologia em estrela, onde todas as estações de

trabalho são conectadas. Um token é enviado de estação para estação.

As estações que desejam ter acesso à rede têm que esperar o token

chegar antes de enviar seus dados. Possui tolerância contra falhas e

velocidade de até 16 Mbps.

Transmissão Assíncrona: Transmissão onde o envio e recepção de

cada caracter ocorrem de forma aleatória (tempo). Para um caracter ser

transmitido, são acrescentados 1 bit de início (start bit), bits opcionais

de paridade e 1 bit de fim (stop bit).

Transmissão Síncrona: Transmissão onde há um sinal de sincronismo

disponível tanto no emissor como no receptor para o envio de dados.

Os dados são transmitidos em grupos, não possuindo start ou stop bits,

mas sim headers e trailers, ganhando assim melhor performance que a

transmissão assíncrona.

URL - Universal Resource Location: Identificador na Internet que

mostra qual tipo de servidor deve se acessado, o equipamento onde a

informação reside e sua localização neste equipamento.

USB - Universal Serial Bus: Barramento para PCs, permite que os

vários periféricos sejam conectados a uma única porta do computador.

UTP - Unshielded Twisted Pair: Cabeamento baseado em um cabo de

par trancado, cabeamento mais comum hoje em instalações de rede.

VLAN - Virtual Lan: É um conceito, não um recurso, que trata de

subdividir, via software (sem o uso de routers, switches, etc), o

ambiente de rede em vários segmentos independentes.

VM - Virtual Machine: Sistema operacional IBM designado para

suportar vários sistemas operacionais, possibilitando a cada um,

realizar funções distintas. O VM também tem a capacidade de isolar

os sistemas operacionais um dos outros.

VPN - Virtual Private Network: Tecnologia que consiste em criar um

túnel de conexão entre dois ou mais routers na Internet. Somente após

a criação deste túnel é que os dados são enviados/recebidos,

impedindo que Hackers fora do túnel consigam acessar as informações

que estão sendo transmitidas.

V.90: Em fevereiro de 1998 o ITU (International Telecommunication

Union) definiu o protocolo padrão para conexões 56K. O novo padrão,

V90, foi aceito pelos principais fabricantes de modems, substituindo

os antigos padrões proprietários, 56Kflex e X2 (US Robotics).

Wake On Lan: Tecnologia que permite que um equipamento

conectado a rede seja ligado e configurado remotamente.

WAN - Wide Area Network: Rede extensa, geograficamente dispersa

que conecta uma ou mais LANs, normalmente envolve linhas

telefônicas dedicadas e satélites.

WWW - World Wide Web: Sistema de busca de informações por

hipermídia através de um mecanismo conhecido como hiper-texto, a

informação como um texto ou uma imagem pode servir de elo com

outros documentos para disponibilizar de modo rápido e eficiente a

informação requerida.

X.25: Protocolo usado em WANs. É o protocolo mais seguro para

transmissão de dados, porém é o mais lento. Atua na camada 2 do

modelo OSI.

Dicas do Negócio

Um componente estratégico para o sucesso do empreendimento é o

investimento em formação dos atendentes. Os funcionários devem

transmitir conhecimento e confiança para que os clientes sintam-se

seguros em utilizar todos os recursos da lan house.

A lan house deve proporcionar um ambiente visual de tecnologia

avançada em hardware e software, fugindo do rótulo de lan house de

garagem. A prestação de serviços deve primar pelo bom atendimento,

preços justos e competitivos, intensa divulgação de serviços e boa

estrutura para o atendimento corporativo.

Uma importante fonte de receita pode ser obtida através da venda de

cafés, bebidas geladas, lanches e acessórios de informática.

Como os produtos de informática possuem uma rápida renovação e os

preços caem mensalmente, não se aconselha o investimento em

computadores com tecnologia de ponta. Após o lançamento,

normalmente tais equipamentos sofrem uma drástica redução de preço,

cedendo lugar a uma máquina ainda mais avançada.

No processo de aquisição de software, o empreendedor deve optar

pelos softwares abertos e gratuitos. Uma opção é cadastrar a lan house

na junta comercial também como “integradora”, para que tenha acesso

a licenças mais baratas.

É interessante disponibilizar uma área especial para os clientes que

vão usar os computadores para fazer trabalhos escolares e pesquisas na

Internet . Este espaço deve ser isolado da parte de games para que o

barulho dos jogadores não incomode os usuários que buscam

tranqüilidade. As bancadas nessa área devem ser maiores para que o

usuário possa apoiar livros e cadernos.

Por fim, em um país com baixos índices educacionais como o Brasil,

ações sociais de inclusão digital são muito bem-vindas. Se houver

oportunidade, o empreendedor pode oferecer cursos básicos gratuitos

de informática. As aulas devem ser ministradas em horários ociosos e

com técnicos voluntários. Estas atividades contribuem para promover

a imagem da lan house, além de proporcionar boas ações para a

comunidade.

Características específicas do empreendedor

No segmento de lan house, o empreendedor precisa estar atento às

tendências de tecnologia da informação. Deve identificar os

movimentos deste mercado e adaptá-los à sua oferta, reconhecendo as

preferências dos clientes e os principais lançamentos em jogos

eletrônicos, hardware e software.

O empreendedor deve conhecer as principais demandas tecnológicas

da sua comunidade, além de preparar a lan house para o atendimento

às demandas sazonais. Por exemplo, no mês de abril, deve-se treinar

funcionários a auxiliar os clientes para o envio da declaração de

imposto de renda. Nos meses de janeiro, julho e dezembro, deve-se

atualizar os jogos eletrônicos para se atender as crianças no período de

férias escolares.

Outras características importantes, relacionadas ao risco do negócio,

podem ajudar no sucesso do empreendimento:

• Busca constante de informações e oportunidades;

• Persistência;

• Comprometimento;

• Qualidade e eficiência;

• Capacidade de estabelecer metas e calcular riscos;

• Planejamento e monitoramento sistemáticos;

• Independência e autoconfiança.

Bibliografia Complementar

COBRA, Marcos. Administração de vendas: casos, exercícios e

estratégias. São Paulo: Atlas, 1981. 398 p.

FIGUEIRA, Eduardo. Quer vender mais? Campinas: Papirus, 2006.

112 p.

GIL, Edson. Competitividade em vendas. Rio de Janeiro: Alta Books,

2003. 92 p.

LUPPA, Luis Paulo. O vendedor pit bull. Rio de Janeiro: Thomas

Nelson Brasil, 2007. 128 p.

MCCORMACI, Mark H. A arte de vender. Best Seller, 2007. 192 p.

OLIVEIRA, Jose T. de. A Fascinante História do Livro: de Gutenberg

aos Nossos Dias. São Paulo: Villa Rica, s.d. 1405 p.

SEGAL, Mendel. Administração de vendas. São Paulo: Atlas, 1976.

253 p.

STANTON, William J. Administração de vendas. Rio de Janeiro:

Guanabara Dois, 1984. 512 p.

TOMANINI, Cláudio et al. Gestão de vendas. São Paulo: Ed. FGV,

2004. 148 p. (Marketing das publicações FGV management).

 
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